A Igreja Mormon no Brasil

Os primeiros missionários Mórmons chegaram ao Brasil há pouco mais de sessenta anos, vindo dos Estados Unidos. Os missionários mórmons começaram o trabalho de proselitismo em Santa Catarina, numa colônia agrícola alemã situada em Ipoméia. Lá estava uma família que havia aceito a Igreja Mórmon na Alemanha antes de imigrar para o Brasil em 1923.

Ao chegar aqui, essa família escreveu para a sede da Igreja em Salt Lake City solicitando literatura e contando sobre as condições favoráveis para início da obra missionária no Brasil.

Em 1926 o Élder Reynold Stoof, então presidente da Missão Sul-Americana, visitou a família Lippelt em Santa Catarina e prometeu enviar missionários para a região. Pouco mais de 1 ano depois chegaram os primeiros missionários.

Como eles não falavam português, o trabalho de proselitismo junto as famílias de imigrantes era feito na língua alemã. Era um trabalho lento e difícil, que exigia paciência e muito amor ao próximo.

Em 1935 foi criada a Missão São Paulo Brasil. Com o advento da Segunda Guerra Mundial o trabalho foi interrompido e os missionários voltaram para os Estados Unidos. Somente em 1948, depois do fim da guerra, a Igreja retomou suas atividades no Brasil. A obra missionária cresceu muito.

Hoje a Igreja tem mais de 650 capelas em funcionamento em todos os estados do país, outras em construção ou em processo o de início de construção; e Templos em funcionamento em São Paulo, Recife, Campinas e Porto Alegre, o de Curitiba em construção, e já foi anunciado a construção do Templo de Manaus.

São mais de 600 mil membros da Igreja Mórmon em todo o país. O clero da Igreja não é profissional nem pago. As atividades eclesiásticas são feitas por membros que doam parte de seu tempo para servir a Igreja. Empresários, profissionais liberais e operários dos mais variados campos de atividades, participam da liderança da Igreja sem receber remuneração.